O Coelho da Páscoa é ERRADO são as antigas tradições pagãs.
É um dos símbolos mais populares da Páscoa, representando fertilidade, renovação e vida nova. A tradição de associar coelhos à Páscoa tem origem em antigas festividades pagãs e foi incorporada ao cristianismo ao longo dos séculos.
A ideia do Coelho da Páscoa trazendo ovos coloridos surgiu na Alemanha, onde se acreditava que um coelho mágico visitava as casas e deixava ovos para as crianças bem-comportadas. --A origem do Coelho da Páscoa está ligada a antigas tradições pagãs europeias, principalmente dos povos germânicos. O coelho era associado à deusa Eostre (ou Ostara), divindade da fertilidade e da primavera. Como os coelhos têm grande capacidade de reprodução, eles simbolizavam renovação e vida nova, conceitos muito presentes nessa época do ano.
Quando o cristianismo começou a se espalhar pela Europa, muitas tradições pagãs foram adaptadas para se encaixar no novo contexto religioso.? A tradição de associar coelhos à Páscoa tem origem em antigas festividades pagãs! 5 "E o coelho, porque rumina, mas não tem as unhas fendidas; esse vos será imundo" Levitico 11:5
O QUE O DIABO FEZ NA PÁSCOA DO NEGOCIO UM ANIMAL IMUNDO COM OVOS. EM MUITAS TRADIÇÕES PAGÃS!
Disse Jesus: Fim da Páscoa a Santa Ceia
"A ordenança do lava-pés ilustra, de modo mais convincente, a necessidade da verdadeira humildade. Enquanto os discípulos contendiam entre si pelo lugar mais elevado no reino prometido, Cristo cingiu-Se e executou o trabalho de um servo, lavando os pés daqueles que O chamavam de Senhor." — The S.D.A. Bible Commentary 5:1139.
"A reconciliação mútua dos irmãos é a obra para que foi estabelecido o rito do lava-pés. ... Quando quer que celebrada, Cristo está presente por meio de Seu Santo Espírito. Esse Espírito é que produz convicção nos corações. Ao celebrar Cristo este rito com Seus discípulos, o sentimento de pecado se manifestou no coração de todos, exceto no de Judas. Assim também o sentimento de pecado se apoderará de nós, ao falar-nos Cristo ao coração. As fontes da alma serão abertas. A mente será fortalecida e, entrando em atividade e vida, destruirá toda barreira que haja causado desunião e afastamento. Os pecados que hajam sido cometidos aparecerão com mais notoriedade que nunca antes; pois o Espírito Santo no-los trará à lembrança."
— livro Evangelismo, 275.
"Depois, havendo lavado os pés aos discípulos, Ele disse: “Eu vos dei o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também.” João 13:15. ... Cristo estava aí instituindo um culto. Pelo o ato de nosso Senhor, esta cerimônia humilhante tornou-se uma ordenança consagrada. Devia ser observada pelos discípulos, a fim de poderem conservar sempre em mente Suas lições de humildade e serviço." —livro O Desejado de Todas as Nações, 650.
26E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
27 E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos;
28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
29 E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai. Mateus 26: 26-29-
"A morte do cordeiro pascal era sombra da morte de Cristo. Diz Paulo: “Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós.” 1 Coríntios 5:7.
O molho das primícias, que por ocasião da Páscoa era movido perante o Senhor, simbolizava a ressurreição de Cristo. Falando da ressurreição do Senhor e de todo o Seu povo, diz Paulo: “Cristo, as primícias, depois os que são de Cristo, na Sua vinda.” 1 Coríntios 15:23. Semelhante ao molho que era agitado, constituído pelos primeiros grãos amadurecidos que se colhiam antes da ceifa, Cristo é as primícias da ceifa imortal de resgatados que, por ocasião da ressurreição futura, serão recolhidos ao celeiro de Deus. Aqueles símbolos se cumpriram, não somente quanto ao acontecimento mas também quanto ao tempo. No dia catorze do primeiro mês judaico, no mesmo dia e mês em que, durante quinze longos séculos, o cordeiro pascal havia sido morto, Cristo, tendo comido a Páscoa com os discípulos, instituiu a solenidade que deveria comemorar Sua própria morte como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” Naquela mesma noite Ele foi tomado por mãos ímpias, para ser crucificado e morto. E, como o antítipo dos molhos que eram agitados, nosso Senhor ressurgiu dentre os mortos ao terceiro dia, como — “as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15:20), exemplo de todos os ressuscitados justos, cujo “corpo abatido” será transformado, “para ser conforme o Seu corpo glorioso.” Filipenses 3:21 .De igual maneira, os tipos que se referem ao segundo advento devem cumprir-se ao tempo designado no culto simbólico. No cerimonial mosaico, a purificação do santuário, ou o grande dia da expiação, ocorria no décimo dia do sétimo mês judaico (Levítico 16:29-34), dia em que o sumo sacerdote, tendo feito expiação por todo o Israel, e assim removido seus pecados do santuário, saía e abençoava o povo.
livro O Grande Conflito Capítulo 22 p.399